quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Historinhas com amor...


Joãozinho Semente de Maçã

Blog de casadainfancia :Casa da Infância, Joãozinho Semente de Maçã
(lenda dos colonizados norte-americanos, traduzida por Karin E. Stach)
Era uma vez, um menino chamado Joãozinho, ele gostava muito de comer maçãs e ficava muito feliz ao ver as pequenas sementinhas marrons e lustrosas que dormiam lá dentro. Um dia sua mãe lhe contou que cada uma dessas sementinhas poderia transformar-se numa macieira, se fosse posta na terra, aquecida pelo sol, regada pela chuva e abençoada por Deus.
Joãozinho então começou a juntar as sementinhas e todo o mundo chamava-o Joãozinho Semente de Maçã. Quando já havia juntado uma boa porção, pediu a sua mãe:
__Por favor, mãezinha, costura-me uma bolsinha para que eu possa guardar as minhas sementes!
A mãe pegou um retalhinho de pano e costurou uma bolsinha onde Joãozinho os as sementes.
Quando a bolsinha ficou cheia, ele foi falar com sua mãe:
__Por favor, mãezinha, costure uma bolsa maior para minhas sementinhas!
A mãe pegou um retalho maior, costurou uma bolsa maior para Joãozinho por as sementinhas nela. E quando essa bolsa também ficou cheia, Joãozinho foi pedir mais uma vez à sua mãe:
__Por favor, mãezinha, costure uma bolsa maior para minhas sementinhas!
Depois que a bolsa ficou cheia ele foi pedir mais uma vez à sua mãe, e ela então pegou um pano bem grande e costurou um grande saco.
Quando este saco ficou cheio, Joãozinho já era João, um jovem, e disse a sua mãe:
__Agora irei pelo mundo e plantarei as sementes, para que todas as crianças possam se alegrar com as maçãs.
E preparou-se ara a viagem: sapatos ele não tinha, mas estava acostumado a andar descalço e as solas de seus pés estavam bem grossas; na cabeça pôs uma panela; numa mão levou um bastão; e no ombro o saco com as sementes. Mas levava também um livro cheio de orações e histórias santas para pedir a benção de Deus.
assim disse adeus à sua mãe e saiu cantando:
  • ”O bom Deus cuida de mim,
  • eu vou cantando assim:
  • Agradeço seus presentes.
  • A chuva, o sol e as sementes”
Por onde João Semente de Maçã passava, ele plantava as sementinhas. Às vezes, ele passava a noite numa fazenda ou ficava uns dias ajudando por lá. Quando se despedia espalhava as sementinhas de maça em volta da casa. Eles teriam um belo pomar um dia!
Ele continuou caminhando, caminhando, caminhando, sempre seguindo o sol, até que um dia não pôde continuar: ele havia chegado ao mar e o saco estava vazio. Durante o inverno ficou morando com uns amigos e na primavera quando tomou o seu caminho ara voltar para casa, a primeira plantinha de maça que encontrou já havia crescido e não era maior que seu dedo mindinho. As próximas plantinhas já tinham o tamanho de seu dedo anular, outras estavam como o dedo médio e algumas já tinham o tronco da grossura do seu polegar. Continuou andando e foi encontrando árvores cada vez maiores, primeiro do tamanho de sua mão, depois Do comprimento do seu antebraço, e do comprimento do braço todo. E cada vez maiores estavam, até que ele chegou em casa. Lá as árvores estavam da altura dele. Sua mãe ouviu-o chegar cantando:
  • “o bom Deus cuida de mim
  • e vou cantando assim:
  • Agradeço seus presentes
  • a chuva, o sol e as sementes.”
Ela correu a encontrá-lo e deu-lhe uma maça que havia amadurecido nas suas árvores.
Essa e a história de Joãozinho Semente de Maçã.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A cigarra e a formiga 2


Tendo a cigarra cantado durante o verão,
Apavorou-se com o frio da próxima estação. 
Sem mosca ou verme para se alimentar, 
Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha, 
pedindo-lhe alguns grãos para aguentar
Até vir uma época mais quentinha! 
"Eu lhe pagarei", disse ela, 
"Antes do verão, palavra de animal, 
Os juros e também o capital." 
A formiga não gosta de emprestar, 
É esse um de seus defeitos. 
"O que você fazia no calor de outrora?" 
Perguntou-lhe ela com certa esperteza. 
"Noite e dia, eu cantava no meu posto, 
Sem querer dar-lhe desgosto." 
"Você cantava? Que beleza! 
Pois, então, dance agora!" 
Contos, fabulas e historinhas: A Cigarra e a Formiga 2
Contos, fabulas e historinhas: A Cigarra e a Formiga 2


Mais em: http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=12#ixzz2J1Hehh39

Motivação para uma criança

A Criança e a Motivação
"Para compreender a vida não se requer uma certa quantidade de energia, mas de toda disponível..."
Autor: Jon Talber[1]

criança com fantasia

"Lembre-se sempre, o resultado das ações do potencial adulto que está naquela criança, depende da qualidade da instrução que ora recebe"
Quando se ensina alguma coisa, o que seja, ensina-se também a colher com sabedoria os resultados, e também a se preparar para os contratempos. Ambos fazem parte do aprendizado, e não apenas a maneira de se fazer a coisa. Uma criança ainda requer de muita experimentação antes de ser capaz de compreender cada coisa, por isso, a expectativa de resultados insatisfatórios, ou parciais, assim como a perspectiva de resultados positivos em qualquer empreendimento, deve fazer parte de sua instrução preliminar.

Não existe ilustração melhor do que ensinar a fazer. Nada supera a confecção de uma obra pelo seu próprio autor. Assim, mostrar como fazer, vale mais que dizer que pode ser feito. Ainda assim, tudo começa com a demonstração de que aquilo pode ser realizado, desde que se possua a devida habilidade, ou instrução.
Uma obra sem utilidade, para uma criança, vale tanto quando uma pedra preciosa para uma galinha. Sua motivação é diretamente proporcional à utilidade da coisa produzida, seja para si mesmo, seja para outros. Do mesmo modo, enganá-la com falsas propostas ou promessas, equivale e comprometer sua auto-estima. Ocorre que ela não reage às frustrações como um adulto, mas antes disso, tende a se sentir rejeitada, inferiorizada, sem importância, já que vê no resultado do seu trabalho, a si mesmo.

Assim, seu trabalho representa sua pessoa, e a forma como esse trabalho será recebido, rejeitado, criticado, utilizado, apreciado, aceito, será também o modo como se sentirá como individuo. Ao sentir a inutilidade do seu trabalho, assim também se sentirá como pessoa, e a mesma coisa vale para a aceitação, ou crítica construtiva.

Uma crítica construtiva, longe de ser um elogio, ou uma espécie de recompensa, tem mais valor se bem compreendida como função motivadora. Comentar de forma clara sobre o trabalho, como, por exemplo, discutir um texto escrito, de modo que ela perceba que o mesmo foi lido e analisado, torna-se uma excelente forma de motivação, e abre espaço para a crítica construtiva. Desse modo, ela tenderá a aceitar as ressalvas, correções, como uma forma clara de orientação e nunca de rejeição.
Conhecer uma criança, não apenas seu nome, ou o nome dos seus pais, mas, daquilo que não gosta, ou gosta, abre um espaço gigantesco, para que o educador tenha acesso à mesma. Ela o permitirá, pois saberá que ele a conhece, e por isso mesmo, deve saber o que é melhor para ela. Também, o educador sensato, o deve demonstrar publicamente, que conhece cada uma delas. Isso se consegue com comentários discretos, enfatizando ou ilustrando os gostos pessoais de cada uma. Mentalmente ela dirá: "Nossa, ele ainda lembra de mim...".

Cuidado deve ter, entretanto, para nunca, sob nenhuma circunstância ou alegação, criar ambientes competitivos entre elas. Seja por preferir uma ou outra, seja por elogiar o pior ou melhor desempenho de quem quer que seja. Motivar uma criança não deve ter como terreno a desmotivação do restante do grupo, e é exatamente isso que ocorre, ao preferirmos ou destacarmos alguém, ou seu trabalho, de forma seletiva, ou ostensiva.
criança
"Fazer a criança sentir-se necessária é a fórmula certa para se ter um adulto autoconfiante" 
O educador consciente sabe como fazer para nivelá-las, sem destacar uma ou outra, sem fazê-las sentirem-se inferiores ou superiores aos seus amigos, o que poderia incentivar a competição interna, a disputa por preferências, a falta de entendimento e sintonia do grupo. Aquela que sabe mais, ou que demonstra maior interesse, deve ser tratada com a devida atenção, mas sem demonstração explicita de que há preferências, ou que as demais são inferiores, ou preteridas.

Incentiva-se uma criança claramente destacada no meio do grupo, de forma discreta e com inteligência. Se ela é curiosa, deve ser incentivada de forma indireta a desenvolver ainda mais sua curiosidade. Nesse caso, a mensagem deverá ser dada para todo o grupo, e aqueles indivíduos mais interessados, entenderão que se trata de uma orientação direta para eles.
criança escrevendo

"Uma criança motivada é naturalmente disciplinada"
Recompensas, elogios fáceis, promessas de sucesso, práticas comuns usadas para motivar ou incentivar as crianças a realizarem suas tarefas, obrigações, ou mesmo cuidados pessoais, devem ser evitadas à todo custo. Deverá o educador, substituir tudo isso, pelo simples reconhecimento de um trabalho bem feito, ou interesse sincero pelo andamento de uma tarefa ainda pendente. Deve estar disposto a ouvir as explicações das mesmas, de como realizaram aquele trabalho, e mesmo, contribuir pessoalmente, com sugestões individuais ou coletivas.
Outra forma de elogiar, de dar novo ânimo a todo grupo, de modo a não haver comparações, ou despertar ciúmes, é ensiná-las a trabalhar em equipe, deixando claro que, para uma tarefa dessa natureza, onde cada uma tem uma função, todas são igualmente necessárias e importantes. Deve ainda enfatizar ao grupo, que o tamanho de uma atividade, não quer dizer menos ou mais, mas igualmente importantes. Use pequenos contos como analogias, elas gostam de ouvir e ainda aprenderão alguma coisa útil.

Na formatação de uma equipe, o educador deve conhecer as capacidades e personalidades de cada um, cuidando de não incluir num mesmo grupo, crianças de temperamentos contrários. Conhecendo as disposições psicológicas e habilidades individuais, poderá agrupá-las em equipes que se complementem.

Finalmente, não se motiva uma criança, comparando seu resultado com o do seu colega, ou de um estranho. Mais eficaz e sensato, é dar-lhe desafios sempre crescentes, e acompanhar de perto seu progresso, ou dificuldades. E ao perceber o interesse do educador pelo seu trabalho, ela se sentirá motivada e responsável, pois, como foi dito antes, para ela, o trabalho e a sua pessoa, é uma só coisa.




Autor:
Jon Talber - jontalber@gmail.com

Boas maneiras...


Obrigada queridas professoras


Síto do Pica-pau Amarelo desenho...


Sítio do Pica-pau Amarelo


Historinha em vídeo, êba...


Boas maneiras


Mude...


Gentileza gera gentileza


Recomeçando...


É com prazer que continuo escrevendo o meu blog, nesta nova administração com o nosso querido Dr. Wilmar Filho, a partir de hoje serão publicações de meu trabalho na Biblioteca da Escola M. Amâncio Bernardes, com sua nova equipe, com a nossa querida Secretária Márcia Bernardes e todos os nossos queridos amigos desta comunidade Santoantoniense.
Grata. Elaine Sousa.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Diversas 2012


Diversas 2012


Diversas 2012


DIVERSAS 2012


DIVERSAS 2012


Diversas 2012


Variadas 2012


Diversas 2012