segunda-feira, 21 de março de 2011

Um teatro para divertir, prestem bem atenção

O TESOURO DO PIRATA
JULIO:
Ola, amigão. O que esta fazendo ai neste baú?
WELINGTON:
Estou procurando alguns brinquedos antigos de meu pai
JULIO:
Imaginem que tipo de brinquedos deve ser estes do tempo do seu pai quando era criança.
WELINGTON:
Olha lá como fala de meu pai, ele não é tão velho assim.
JULIO:
Estou brincando. Quer que eu ajude você procurar?
WELINGTON:
Claro que sim, procure ai neste outro baú.
CARLA:
O que estão fazendo ai mexendo nestes baús velhos?
WELINGTON:
Sua xereta não está vendo que estamos procurando brinquedos.
CARLA:
Estão querendo brincar de boneca não é?
JULIO:
Para com isto ou vai para outro lugar.
CARLA:
Desculpem só estava brincando.
JULIO:
Hei pessoal! Que coisa esquisita é esta?
CARLA:
Vejam parece um mapa.
WELINGTON:
É claro que é um mapa sua boba.
JULIO:
Vejam este mapa, tem um desenho de um navio pirata.
CARLA:
Olhem! Uma bandeira com uma caveira.
WELINGTON:
Vejam aqui! Uma rocha com uma gruta na beira de uma ilha no mar.
JULIO:
Pessoal, parece um mapa de um tesouro escondido.
WELINGTON:
É mesmo! Tem um nome aqui no rodapé do mapa.
CARLA:
É verdade, o nome é Welington  Campaneiro
WELINGTON:
Este é o nome do meu tataravô.
JULIO:
Meu pai conta que seu tataravô, foi o pirata mais terrível que já trafegou por estes mares
WELINGTON:
É verdade, meu pai conta que ele tinha muito ouro, prata e diamante e quando morreu em combate com os marinheiros tudo tinha desaparecido.
CARLA:
Parece que nessa caverna é o lugar que ele escondeu o tesouro.
WELINGTON:
Eu conheço esse lugar pessoa, já fui vária vezes lá pescar com meu pai.
JULIO:
Eu também sei onde é.
CARLA:
O que estamos esperando? Vamos pegar o barco de meu pai e ir até lá procurar esse tesouro.
WELINGTON:
Então vamos pessoal.
JULIO:
Vou preparar as lanternas.
CARLA:
Para que lanterna se não está escuro?
WELINGTON:
Sua boba, cavernas são escuras.
JULIO:
Olhe pessoal, de acordo com o mapa estamos bem perto da caverna.
CARLA:
Vejam a caverna!
WELINGTON:
Vamos ancorar o barco aqui e continuaremos andando.
JULIO:
Olhem aqui está um ponto marcado no mapa.
WELINGTON:
Pessoal! Ali em cima!
JULIO:
O tesouro!
CARLA:
Meu Deus! Parece a claridade do sol!
JULIO:
É mesmo! Que esplendor! Estamos milionários.
FANTASMA:
Quem está perturbando o meu repouso?
WELINGTON:
Socorrooooooooooo!!!!!!!!!!!!      
FANTASMA:
Não tenha medo meu tataraneto.
WELINGTON:
Como não teremos medo com esta aparição horrível.
FANTASMA:
Não sou tão horrível assim.
JULIO:
Por favor, não nos machuquem?
FANTASMA:
Seu fedelho medroso. Com atreve-se desafiar o mais terrível pirata destes mares?
WELINGTON:
Se o senhor é mesmo meu tataravô de nos o tesouro e iremos embora.
FANTASMA:
Vejo que você tem sangue de pirata e é mesmo corajoso. Darei o tesouro com uma condição.
WELINGTON:
Qual a condição?
FANTASMA:
Peguem a minha espada que está entre o tesouro e lancem no mar para que eu tenha paz e depois podem levar o tesouro.
WELINGTON:
Já vamos fazer isso.
FANTASMA:
Vou ficar aqui esperando ao lado do tesouro.
JULIO:
Vejam, quando você lançou a espada no mar ele desapareceu.
WELINGTON:
Peguem o tesouro e vamos para casa.

CARLA:
O que vamos fazer com todo este tesouro?
WELINGTON:
Primeiro, vamos comprar uma bela casa para sairmos daquela choupana e depois vamos comer muitos doces de brincar.
Autor: João do Rozario Lima





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